PSTI: fundamentos, exigências e impactos para instituições supervisionadas pelo Banco Central

- Mãos masculinas digitando em um notebook. Sobrepostas à foto, há imagens de dados e gráficos.

Em ambientes operacionais cada vez mais complexos, a adoção da PSTI tornou-se indispensável para instituições financeiras que buscam atender às exigências do Banco Central. Continue nos acompanhando e veja como manter padrões sólidos de segurança, governança e proteção de dados!

O que é a PSTI e qual a sua importância para instituições supervisionadas pelo Banco Central?

Começamos explicando o que é a PSTI, ou Política de Segurança da Tecnologia da Informação. Ela estabelece diretrizes para proteger sistemas e informações sensíveis, garantindo que processos críticos atendam a padrões técnicos rigorosos e mantenham o controle adequado da prevenção de riscos relevantes.

Sua importância cresce diante do avanço das ameaças digitais, exigindo práticas capazes de demonstrar conformidade e maturidade. Instituições reguladas devem manter monitoramento e auditoria constantes, sempre alinhados às normas vigentes.

O que determina a Instrução Normativa BCB nº 664/2025 sobre segurança da informação?

A IN 664/2025 consolida parâmetros obrigatórios de proteção, abrangendo governança, monitoramento, prevenção de intrusões e segregação de ambientes computacionais. Seu objetivo é padronizar controles e reforçar a resiliência tecnológica das instituições autorizadas.

Além disso, o texto normativo reforça a necessidade de um alinhamento transparente com o Banco Central. Dessa forma, é possível gerar mais previsibilidade regulatória e contribuir para a solidez das operações financeiras no país.

Quais são as fases de entrega exigidas pelo Bacen no cumprimento da PSTI?

As fases de entrega para o cumprimento da PSTI abrangem o planejamento, a implementação, os testes, a auditoria e o envio do relatório final ao Bacen. Cada etapa exige uma documentação formal e verificações, permitindo validar a aplicação da política.

Esse ciclo organizado assegura previsibilidade e acompanhamento contínuo pelo regulador. A divisão por fases ainda facilita ajustes, contribui para a revisão de riscos e fortalece a robustez dos controles tecnológicos empregados.

O que deve constar em um relatório de auditoria de conformidade com a PSTI?

O relatório deve reunir evidências objetivas sobre controles, políticas e processos, demonstrando adesão total às normas fiscais. Ele inclui avaliações sobre proteção de dados, gestão de acessos, segurança cibernética e mitigação de vulnerabilidades.

Também deve apresentar a conclusão do auditor sobre a conformidade geral, destacando eventuais lacunas e recomendações de melhoria. No caso mencionado, o documento foi protocolado em 27 de outubro de 2025, reforçando a seriedade do compromisso regulatório.

Quais políticas e controles fazem parte do cumprimento da IN BCB nº 664/2025?

Entre os principais controles, estão a proteção de dados, a prevenção de intrusões, a segregação de ambientes computacionais e o controle de identidades. Esses requisitos estruturam a base da política de segurança exigida pelo regulador.

A norma também demanda práticas contínuas de monitoramento e resposta a incidentes. Tais medidas ampliam a resiliência da infraestrutura e reduzem a probabilidade de fraudes e acessos indevidos em processos sensíveis.

Como a PSTI contribui para a prevenção de fraudes e ataques cibernéticos?

A PSTI atua como um conjunto estruturado de diretrizes que fortalece o ambiente tecnológico. Desse modo, garante que mecanismos de detecção consigam responder rapidamente a ameaças internas e externas.

Com políticas maduras, a empresa se torna mais preparada para identificar padrões suspeitos, bloquear atividades irregulares e mitigar impactos. Por isso, a política de segurança contribui diretamente para a confiança dos usuários e a estabilidade operacional.

Qual é o papel da governança e da gestão de riscos na implementação da PSTI?

A governança assegura que decisões, prioridades e investimentos acompanhem o nível de criticidade dos sistemas. Ela direciona responsabilidades, monitora indicadores e determina a evolução das práticas de segurança adotadas.

Já a gestão de riscos avalia ameaças, vulnerabilidades e impactos potenciais, permitindo ajustar controles, orientar auditorias e garantir cumprimentos regulatórios. Em ambos os casos, é importante contar com o apoio de um provedor de serviços de tecnologia da informação, que auxilia na implantação de controles especializados.

De que forma a automação e o monitoramento contínuo fortalecem a segurança da informação?

A automação reduz falhas operacionais e agiliza detecções, permitindo que sistemas identifiquem comportamentos anômalos com mais rapidez. Esse processo contribui para a proteção de dados, usuários e transações críticas.

O monitoramento contínuo e o uso adequado de serviços de tecnologia da informação também ajudam a potencializar a segurança e a previsibilidade das operações. Assim, sua equipe consegue ter uma visão de ambientes em tempo real, antecipando riscos e respondendo a incidentes de maneira eficiente.

O que acontece quando uma instituição não cumpre as exigências do Bacen relacionadas à PSTI?

O descumprimento pode resultar em penalidades administrativas, exigências adicionais ou até restrições operacionais. Além disso, a ausência de controles adequados fragiliza o ambiente tecnológico e compromete a confiança do mercado.

Falhas recorrentes podem demandar auditorias extraordinárias e reforço imediato de conformidade. Para garantir que o seu negócio mantenha um nível aceitável de adequação, é fundamental contar com um bom provedor de serviços, que permita estruturar controles e integrar sistemas rapidamente.

Como a conformidade com a PSTI reforça a credibilidade e a segurança das operações financeiras?

Cumprir a PSTI demonstra maturidade institucional, fortalece a governança e reduz riscos críticos. O alinhamento normativo também garante transparência e melhora a percepção de confiabilidade perante clientes e parceiros.

Ao aplicar controles rigorosos e práticas robustas de segurança, a instituição amplia sua competitividade e assegura continuidade operacional. Por fim, a aderência normativa ajuda a preparar o ambiente para as evoluções tecnológicas futuras.

Como a CMSW pode apoiar sua instituição no cumprimento da PSTI?

A CMSW oferece soluções elaboradas para modernizar controles, elevar a segurança e apoiar o atendimento completo às normas regulatórias. Entre em contato e saiba como fortalecer a conformidade da sua empresa com a PSTI!

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